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sábado, 15 de outubro de 2011
Uma Casa para os professores de ciências...e não só
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Saúde Pública – Parte 1
Saúde Pública – Parte 2
sábado, 8 de outubro de 2011
A RTP e os valores sociais
domingo, 2 de outubro de 2011
"Não podemos ver o vento" - breve análise
No livro “Não podemos ver o vento”, Clara Pinto Correia usa o tema dos Grupos Especiais como fio condutor do enredo. A personagem principal é Mariana Mindelo, uma psicóloga que decide estudar o comportamento de um grupo restrito de homens que esteve na Guerra do Ultramar, os Grupos Especiais (GEs) e Grupos Especiais Pára-quedistas (GEPs), homens treinados arduamente para fazer frente às guerrilhas, mas que foram esquecidos pelo Estado no Pós-Guerra. A definição e a história dos GEs podem ser encontradas, com mais detalhe, nos capítulos 6 e 21 do livro. A maioria destes homens ficou sem qualquer tipo de acompanhamento psicológico após o regresso a Portugal, isto depois de tudo o que presenciaram em clima de guerra (incluindo formatação psicológica e assassínios que foram forçados a cometer), trazendo sequelas não só físicas mas também de foro mental, manifestadas por comportamentos de isolamento ou de agressividade, por exemplo. Assim, Mariana pretende desenvolver um estudo académico do crescimento pós-traumático (ao invés do stress pós-traumático) seguindo uma linha de investigação enquadrada na actual “Psicologia do Optimismo”, de modo a compreender também de que modo estes acontecimentos contribuíram para a actividade criadora ou empreendedora de alguns destes indivíduos (por exemplo, o caso de Guilherme que administra a estância turística).quinta-feira, 29 de setembro de 2011
"Não podemos ver o vento"
Hoje estive no lançamento do livro "Não podemos ver o vento", da Professora Clara Pinto Correia, nossa colaboradora noutros blogues. Esta sessão decorreu na livraria Bertrand, do Shopping das Amoreiras, e a apresentação esteve a cargo do escritor Mário de Carvalho. De seguida, a autora falou do conteúdo do seu livro e do percurso da criação do mesmo. Vou ler o livro e, brevemente, darei a minha opinião neste blog. domingo, 25 de setembro de 2011
Pilotos de Ciência
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| Scinamator -o resultado artístico do meu grupo de trabalho. |
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| Mapa conceptual sobre as competências dos monitores. |
Cá fica, para a posteridade, a foto do grupo internacional e multi-cultural que participou nesta formação:
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Noite Europeia dos Investigadores 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
AS VACINAS SÃO SEGURAS

sexta-feira, 26 de agosto de 2011
"Brave New World"
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| Aldous Huxley |
Bibliografia:
Aldous Huxley, "Admirável Mundo Novo", Editora Livros do Brasil, Lisboa, 2006 - Tradução: Mário Henrique Leiria
E-BAY CIENTÍFICO
E se quisesse fazer uma experiência e não tivesse condições no seu laboratório?
Esta situação é mais que comum para a maioria dos investigadores (pelo menos em muitos laboratórios da Península Ibérica).
Daí a busca de parcerias, de colaborações, para poder levar uma ideia experimental a bom termo. Os serviços de apoio à investigação existentes nalgumas universidades também ajudam, por vezes. Mas, nalguns casos, o investigador vê-se perante uma situação em que necessita de um ensaio ou análise que não tem possibilidade de fazer e que necessita com urgência, não tendo tempo para procurar novas parcerias. (As parcerias são excelentes mas, por vezes, também sofrem de problemas com a incompatibilidade de prioridades.)
Pois agora
surgiu uma nova solução para esta problemática: a Nature chama-lhe o “e-bay para a ciência”! Na verdade chama-se Science Exchange e é um novo website que foi lançado na Califórnia na semana passada e que funciona como um marketplace para experiências científicas.
De forma resumida, é assim que funciona: um investigador coloca no site uma proposta de projecto que está interessado em concretizar (post); outros utilizadores (investigadores ou instituições) que tenham capacidade laboratorial para o fazer ou que queiram rentabilizar o seu equipamento podem licitar, propondo um valor por esse serviço (bid); depois de aceitar a licitação, o investigador pode ir seguindo o seu projecto através do site (tracking). Realmente, o processo de funcionamento não é muito diferente do E-Bay.
Como referiu a co-fundadora Elizabeth Iorns à Nature, “o objetivo do site é tornar a investigação científica mais eficiente, facilitando o acesso dos investigadores à competência técnica e a instalações subutilizadas”. A própria Elizabeth deparou-se com esta problemática enquanto investigadora na área do cancro de mama na Universidade de Miami (Florida, EUA).
E já existem quase mil cientistas a utilizar o site!
sábado, 20 de agosto de 2011
Teresa Avelar e a Evolução das Espécies
António Piedade a divulgar ciência
1984 - Big Brother
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| Retrato do autor, George Orwell |







